sexta-feira, 3 de julho de 2009




Em todo o mundo, estima-se que sejam produzidos 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, sendo que apenas 1% deste total é encaminhado para a reciclagem.






Que o lixo eletrônico é e será uma das questões sócio-ambientais mais urgentes do novo século já sabemos. Será? Quem sabe de fato? A mídia em geral que vem tratando o tema com grande interesse ultimamente? O governo? Quem é que realmente sabe dessa realidade, caro leitor?
O que fazer com o lixo tecnológico? Este é um assunto muito intrigante e desafiador. Nossa sociedade está habituada a dispor de muitos recursos tecnológicos, em especial, nas últimas décadas, e que impulsionaram avanços significativos em diversas áreas do conhecimento. Mas como não reconhecer os benefícios advindos da tecnologia, não é mesmo? Merecidamente, hoje desfrutamos bem destes investimentos. Porém, necessitamos despertar também para uma temática que a cada dia se impõe como necessária, e porque não dizer urgente: o que fazer com o lixo tecnológico?
Hoje nossa sociedade está acostumada a trocar de computador cada vez que se tem um novo lançamento, da mesma forma quando se fala de celular. E quando já não a mais lugar para guardar esses objetos que foram substituídos em casa, acaba indo para o lixo e o seu destino na maioria das vezes não é o mais adequado, pois acaba indo para aterros sanitários ou para ferros velhos. E o tratamento não adequado desse lixo acaba trazendo grandes danos ao meio ambiente e consequentemente a saúde humana

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